3 autores que você (provavelmente) não sabia que faziam parte da comunidade LGBTQIA+

Com a representatividade de minorias cada vez mais em alta, é importante apoiarmos autores LGBTQIA+.

No entanto, muitas vezes não sabemos quem se identifica como queer ou não. Por isso, separei uma lista com 3 autores que você (provavelmente) não sabia que faziam parte da comunidade LGBTQIA+.

Continue lendo para conferir a lista.

Virginia Woolf

Virginia Woolf foi uma escritora e poetisa inglesa. Publicou livros como Mrs. Dalloway, Um teto todo seu, O sol e o peixe e A arte da brevidade: contos.

Woolf era membro do Grupo Bloomsbury, no qual importantes figuras literárias inglesas participavam. A ideia do grupo era, dentre outros assuntos, debater a liberdade da sexualidade. A partir de sua participação, Virginia se sentiu segura o suficiente para ter um relacionamento público com Vita Sackville-West.

Orlando é uma das obras mais conhecidas de Woolf e é considerado um dos clássicos queer feministas de todos os tempos. O livro é inspirado na vida de Vita.

Angela Davis

Angela Davis é conhecida pelo seu ativismo e por sua participação no movimento Pantera Negra. Desde 1977, é assumida publicamente como lésbica.

Além de educadora, Davis tem diversos livros sobre vidas negras nos Estados Unidos. Dentre eles, podemos citar Mulheres, raça e classe, Mulheres, cultura e política, A liberdade é uma luta constante e A democracia da abolição.

Davis ainda escreve e ensina, e, recentemente, foi apresentado no documentário 13ª Emenda, de Ava DuVernay. O ativismo e a escrita de Davis têm sido principalmente orientados em torno do uso da educação como um método de promoção de mudança social.

James Baldwin

James Baldwin foi um romancista americano e figura proeminente no movimento pelos direitos civis. Baldwin, frustrado com a discriminação que enfrentou nos EUA, emigrou para a França quando tinha 24 anos e passou a maior parte de sua vida lá.

Em 1956, Baldwin publicou O quarto de Giovanni, um romance que atraiu intensa atenção e crítica por sua representação da homossexualidade e bissexualidade, e é frequentemente citado como um dos romances queer mais importantes já escritos. Nos anos 70 e 80, Baldwin ousada e abertamente escreveu sobre a homossexualidade e a homofobia em vários ensaios.

Outras obras conhecidas do autor são Se a rua Beale falasse, Notas de um filho nativo e Terra estranha.


Você já sabia que esses autores faziam parte da comunidade LGBTQIA+? Já leu algum livro deles? Conte para mim nos comentários.

Um abraço,
Julia

Os 3 livros de terror mais assustadores da minha estante

Não é segredo para ninguém que eu sou completamente apaixonada pelo universo do terror. Por isso, não é surpresa eu ter os livros de terror mais assustadores em minha estante.

Um diferencial dessa lista é que eu não vou indicar livros do Stephen King. Afinal, sei qualquer amante de terror já possui várias obras do “Rei do Terror” guardadas consigo. Resolvi trazer obras que eu raramente vejo sendo comentadas como referências ao medo.

Então, para ver os 3 livros de terror mais assustadores da minha estante, continue lendo.

Amityville

Sinopse

“Cercada pela natureza, com janelas amplas e uma sacada espaçosa, ela poderia ser uma casa de bairro tranquila como todas as outras, não fosse seu passado devastador e sangrento.

Embora tenha sido amplamente divulgada pela mídia, em especial nos jornais e nas revistas da época, muitas vezes de maneira sensacionalista, a história da casa de Amityville nunca havia sido contada com riqueza de detalhes — até Jay Anson decidir reconstruí-la e transformar seu livro de não-ficção em um dos relatos paranormais mais importantes e conhecidos de todos os tempos.”

Essa obra serviu de inspiração para a produção de mais de 10 filmes com o mesmo tema – a casa mal assombrada em Amityville.

Em um relato jornalístico, Jay Anson conta a história da família Lutz, que se muda para uma casa que foi palco de um crime real. Anos antes, a família DeFeo havia sido brutalmente assassinada pelo filho mais velho do casal.

Embora céticos no começo, os Lutz logo se veem enfrentando forças sobrenaturais, em uma sequência de atos malignos.

O livro não tem uma narração como já estamos acostumados em obras de ficção, porque é um relato real dos acontecimentos da casa. Talvez por isso você sinta que a leitura é lenta, mas ainda assim vale conhecer um pouco mais sobre a história dessa família assombrada.

Eu também gravei um podcast contando a história de Amityville. Se você quiser ouvir, basta clicar aqui.

Exorcismo

Sinopse

Um fenômeno quase paranormal atingiu o mundo em 1973. Multidões sofreram de náuseas, desmaios, alucinações e calafrios, numa histeria coletiva sem precedentes. Todos aparentemente possuídos por um filme: o já clássico O Exorcista, dirigido por William Friedkin e adaptado do romance que o roteirista Willian Peter Blatty lançara dois anos antes e que completa 45 anos em 2016.

Se a ficção consegue ser tão assustadora, imagine o poder contido na história real? Muitos não sabem, mas a obra-prima de W. Peter Blatty não se trata de uma invenção. Ela foi inspirada num fenômeno ainda mais sombrio, desses que a ciência não consegue explicar: um exorcismo de verdade.

A história real aconteceu em 1949, e você pode conhecê-la ― se tiver coragem! ― no livro EXORCISMO, do jornalista Thomas B. Allen, lançamento da DarkSide Books em 2016. Exorcismo narra em detalhes os fatos que aconteceram com Robert Mannheim, um jovem norte-americano de 14 anos que gostava de brincar com sua tábua ouija, presente que ganhou de uma tia que achava ser possível se comunicar com os mortos.

Thomas B. Allen contou com uma santa contribuição para a pesquisa do seu trabalho. Ele teve acesso ao diário de um padre jesuíta que auxiliou o exorcista Bowdern. Como resultado, seu livro é considerado o mais completo relato de um exorcismo pela Igreja Católica desde a Idade Média.

Os investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren definiram a obra de Thomas B. Allen como “um documento fascinante e imparcial sobre a luta diária entre o bem e o mal”.

Seguindo o mesmo estilo de Amityville, temos Exorcismo. Nesse livro, lemos um relato real de uma família e um padre que passaram por momentos terríveis com o filho do casal, possuído pelo demônio.

A leitura também é menos fluída nesse caso, já que o texto é mais jornalístico e explicativo. Ainda assim, há momentos de nos deixar arrepiados – principalmente cenas da criança possuída.

A obra originou o clássico O Exorcista, filme e livro de muito sucesso. Exorcismo seria a história real, enquanto O Exorcista é a adaptação baseada em fatos.

Asylum

Sinopse

Ao entrar pela primeira vez na New Hampshire College, Dan Crawford não tem ideia de que viverá neste lugar as cinco semanas mais intensas de sua vida.  

Como os alojamentos estavam em reforma, os alunos estão instalados na ala desativada de um sanatório. Quando Dan e seus amigos, Abby e Jordan, começam a explorar os corredores e o sótão, descobrem que aquele edifício não era um instituto para doentes mentais comuns, pois por ali passaram psicopatas, homicidas; gente extremamente perigosa.

No entanto, a presença dos três ali não é obra de um mero acaso, pois o asilo é a chave para um passado terrível e segredos que se recusam a ficar enterrados. 

Com fotos e cartas ilustrativas, Asylum é um suspense arrepiante e diferente de tudo o que você já leu. Uma história de terror na fronteira entre a genialidade e a loucura.

Essa é uma obra mais vontade para o público juvenil, mas que não peca nos momentos de medo. Isso lhe garantiu uma boa posição entre os livros de terror mais assustadores da minha estante.

Em Asylum, acompanhamos Dan em um de seus vários recomeços. Dessa vez, ele foi para um curso de verão em que os dormitórios ficam onde costumava ser um antigo manicômio. Só por isso, você já deve ter ficado arrepiado.

Enquanto passa os dias aprendendo e se apaixonando, Dan também descobre os segredos que o lugar guarda. Parece que, de alguma forma, sua vida está interligada ao manicômio. E acho que é isso que deixa a história ainda mais intrigante.


Você já leu algum dos livros da minha lista? O que achou?

Lembrando que comprando os livros pelos links acima você não paga nada a mais e ainda me ajuda a ganhar uma pequena comissão.

Um grande abraço,
Julia

Quando enviar original de livro para editoras

Acho que todo escritor já se perguntou quando deve enviar original de livro para editoras.

É normal, quando terminamos uma obra, querermos tê-la publicada. Se for por editora, melhor ainda – na opinião de algumas pessoas. Mas esse é um processo delicado e que pode trazer muitas dúvidas.

Ter um livro publicado através de editora é uma maneira do seu trabalho ser reconhecido no mercado. Porém, é preciso levar muita coisa em consideração antes de enviar original de livro para toda e qualquer editora que você encontrar no Google.

Por isso, criei este post para te ajudar a encontrar editoras e escolher a que mais se identifica com o seu trabalho.

Pesquise, pesquise, pesquise

Antes de mais nada, você vai precisar pesquisar e pesquisar muito sobre todas as editoras existentes no mercado. E, sim, existem muitas – e esse número só está crescendo nos últimos anos. Pesquisar é importante porque algumas editoras:

  1. Só publicam um tipo específico de livro;
  2. Publicam livros quando o autor paga pela tiragem;
  3. Simplesmente não estão aceitando originais no momento.

Além de te ajudar a conhecer mais sobre o trabalho de cada uma, você também vai poder entender mais sobre elas. Afinal, existem editoras:

  • Que só publicam livros de um determinado gênero;
  • Que usam o financiamento coletivo como forma de publicação;
  • Que abrem editais para receberem contos de autores – e essa pode ser uma boa maneira de começar a publicar.

Entre várias outras particularidades.

Porque é importante pesquisar antes de enviar original de livro

Vou dar um exemplo para você entender melhor porque é importante pesquisar antes de enviar o original do seu livro:

Imagine que você é um editor de livros cristãos que recebe um original de um romance erótico. Ou é uma editora de livros geek e recebe uma antologia de poesias falando sobre a morte de maneira filosófica. Assim que passasse pelas primeiras páginas, jogaria o manuscrito fora e provavelmente marcaria o nome do autor para nunca dar uma chance para essa pessoa.

Ou seja, quando você não pesquisa e sai enviando o original para qualquer editora, os editores percebem isso.

Então pesquisar, entender e escolher a dedo as editoras que mais se encaixam com o seu trabalho é essencial para garantir uma boa publicação e manter seu nome “positivo” entre o mercado editorial.

Outros casos que podem te frustrar se você não pesquisar editoras direito:

  • Você pode enviar um original para uma editora pensando que ela publica de maneira tradicional. Porém, quando recebe um retorno, vê que vai precisar investir na publicação da obra. Se você não pesquisou essas informações sobre a editora, pode acabar se decepcionando;
  • Muitas editoras abrem espaço para receberem originais apenas uma ou duas vezes no ano. Mas imagine que você tente enviar o original mesmo assim, fora da época. Muito provavelmente os editores não vão sequer te responder ou abrir o seu arquivo. Seu nome pode ser queimado na comunidade literária e, além disso, você pode esperar meses por uma resposta que nunca virá.

São situações tristes, mas que acontecem.


Por fim, o momento certo de enviar o seu original é:

  1. Quando você ter terminado de escrever a obra completamente;
  2. Quando você tiver pesquisado todas as opções de editoras e escolhido apenas as que se encaixam com o seu objetivo e trabalho.

Fazendo isso, suas chances de ter seu livro publicado são bem maiores.

Para quem ainda tem dificuldade em terminar o livro, sugiro conhecer o e-book Quero Escrever O Meu Livro. Você vai aprender tudo o que precisa para estruturar sua obra e escrevê-la de maneira a conquistar leitores. Comprando pelo link acima você não paga nada a mais e ainda me ajuda a ganhar uma pequena comissão.

Espero que tenha gostado desse post.

Um grande abraço,
Julia

Vale a pena ler The 100 – Os escolhidos?

The 100 é uma obra que ficou conhecida pela série de TV, que está disponível para ser assistida atualmente na Netflix. E talvez você não saiba disso, mas a produção televisiva foi baseada na série de livros homônima, sendo o primeiro livro o The 100 – Os escolhidos.

Como sou completamente apaixonada pela obra televisiva, resolvi ler os livros. Até o momento, só li o primeiro. Mas já resolvi trazer uma resenha e te contar se realmente vale a pela ler The 100 – Os escolhidos.

Se você quer saber o que achei da obra e se vou continuar a ler o resto da série ou não, continue neste post.

Sinopse The 100 – Os escolhidos

Desde a terrível guerra nuclear que assolou a Terra, a humanidade passou a viver em espaçonaves a milhares de quilômetros de seu planeta natal. Mas com uma população em crescimento e recursos se tornando escassos, governantes sabem que devem encontrar uma solução. Cem delinquentes juvenis — considerados gastos inúteis para a sociedade restrita — serão mandados em uma missão extremamente perigosa: recolonizar a Terra. Essa poderá ser a segunda chance da vida deles… ou uma missão suicida.

Ler ou não ler: eis a questão

The 100 – Os Escolhidos, é o primeiro livro da série que deu origem à produção televisiva homônima. E a primeira coisa que preciso te dizer é que a metade da primeira temporada é muito fiel ao livro – isso porque o livro acaba na metade da primeira temporada.

Se você não sabe ou não se lembra, a história gira em torno de uma nação que mora no espaço, após os recursos da Terra terem acabado. Acontece que eles estão passando por um aperto em sua nave, já que lá as coisas também estão ficando escassas. Eles, decidem, então, mandar uma frota com 100 jovens de volta para a Terra, para ver se é habitável. Além das intrigas entre o grupo, eles também precisam lidar com a hostilidade natural do planeta.

De maneira geral, gostei da maior parte do enredo. Acho que a autora poderia ter explorado mais algumas cenas e personagens. É um livro curto, com escrita fácil, mas peca na falta de detalhe e foco em partes não tão importantes.

Aqui fica um porém e um alerta de spoiler: o fim deixa a desejar. Sim, sei que é só o primeiro livro de uma série de quatro obras – até o momento -, mas existem mais pontas soltas do que respostas que me intrigaram a continuar lendo. E, honestamente, é um final sem graça no geral.

Ainda estou em dúvida se continuo lendo ou não. Gosto muito desse gênero de distopia futurista, por isso o tema me intriga. No entanto, a falta de desenvolvimento da história no livro um me faz pensar que eu também não vou gostar tanto do livro dois. É difícil lidar com esses livros mais ou menos – nem bons, nem ruins, né?

Lembrando que essa é apenas a minha opinião pessoal. Se você não leu e quer tirar suas próprias conclusões, clique aqui para comprar The 100 – Os escolhidos na Amazon. Você não paga nada a mais e ainda me ajuda a ganhar uma pequena comissão.

Depois me conta o que achou da obra, combinado?

Um grande abraço,
Julia

Se você gosta de terror psicológico, precisa ler este livro

Terror psicológico é um dos meus gêneros preferidos, tanto para livros quanto para filmes e séries. Gosto bastante do tipo de ambientação criado em obras desse tipo, especialmente porque me envolvo até demais com o enredo.

Ainda que eu tenha uma infinidade de filmes e séries para te indicar com essa temática, neste post vou falar sobre um livro incrível que tem um ótimo terror psicológico. O livro é o Estou Atrás de Você, de John Ajvide Lindqvist.

Se você quer saber mais sobre a obra, continue lendo este post.

Sinopse do terror psicológico Estou Atrás de Você

É um lindo dia no acampamento. O céu está azul e a grama é farta e verde – mas algo está errado. Ontem havia vozes felizes, fumaça de churrasco e mosquitos. Agora tudo se foi. O que resta é um campo de grama infinito, quatro trailers, quatro carros, oito adultos, duas crianças, um cachorro e uma gata. Os personagens ainda não sabem, mas o pesadelo vivo está prestes a começar: a caminho deles, movendo-se no horizonte, aproxima-se o pior erro, o maior medo. Neste romance de terror, o renomado escritor sueco John Ajvide Lindqvist suga o leitor para um universo que só poderia ter sido criado por uma das escritas mais macabras e originais do gênero. Em seu mundo aterrorizante e original, Estou atrás de você faz o coração sangrar e a alma retorcer, confundindo a realidade com um pesadelo jamais sonhado.

Livro de terror psicológico Estou Atrás de Você

Por que você deve ler este livro

À primeira vista, essa pode ser uma obra confusa. Narrada do ponto de vista de oito adultos, duas crianças e de um cachorro, o autor vai contando, em cenas bem detalhadas, os medos e anseios de cada personagem.

O livro começa com um mistério: as pessoas que estavam acampando acordam, certo dia, em um grande nada. Para onde olham, há apenas o vazio e grama. Mas eles estão lá, com somente os seus trailers para sobreviverem.

Conforme vamos lendo, vamos conhecendo mais sobre cada um dos personagens. Apesar de diferentes, todos são imperfeitos e escondem segredos. Esses segredos, porém, podem matá-los ou ajudá-los a sobreviver – se souberem como agir corretamente.

A obra pode parecer um pouco enrolada, mas é porque o autor se aprofunda nas particularidades de cada indivíduo, tornando a leitura uma experiência imersiva.

No entanto, logo coisas estranhas começam a acontecer com este grupo. Entre chuvas ácidas, fantasmas-zumbis e outros eventos bizarros, o grupo fará o possível – e o impossível – para sobreviver.

O que você precisa saber antes de ler Estou Atrás de Você

O terror psicológico da obra é bem diferente dos suspenses populares que estamos acostumados a ler. É um livro mais parado, mais cult, com muitas descrições. É preciso prestar atenção nos pequenos detalhes da trama para tudo fazer sentido.

O objetivo é entender o que persegue os personagens, sejam coisas boas ou ruins. Por isso, achei um terror muito inteligente.

Eu, particularmente, fiz uma reflexão interna dos meus próprios medos e objetivos futuros após essa leitura. Afinal, gosto de histórias que ultrapassem as páginas e refletem em nossa vida de alguma maneira.

Se você gosta de obras que te fazem pensar durante horas sobre o enredo, então o livro é para você. Mas se você busca um terror mais óbvio, um suspense crescente e cenas de ação, talvez deva esperar um pouco para ler a obra – pelo menos até ficar na mesma vibe que Estou Atrás de Você.


Você já leu Estou Atrás de Você? Se não, que tal dar uma chance para o livro? Clique aqui para comprar na Amazon – lembrando que usando este link você não paga nada a mais e eu ainda ganho uma pequena comissão.

Um grande abraço,
Julia

Guia completo da criação de personagens memoráveis

É normal que escritores tenham dificuldade com a criação de personagens memoráveis. Afinal, são estes que geram identificação com os leitores.

Personagens memoráveis são complexos, possuem hábitos, peculiaridades e com certeza não são perfeitos. Aliás, já se foi a era de entretimento em que todos os personagens eram loiros dos olhos azuis e bons em tudo que faziam, né?

Mas então como criar personagens que se conectem com os leitores sem cair no mesmo clichê de sempre?

Eu vou te ajudar! Desenvolver personagens é divertido e pode ser mais fácil do que você imagina. Com este guia completo da criação de personagens memoráveis, você sempre vai conseguir montar os personagens dos seus livros de forma a conquistar quem os lê.

1 – Comece escrevendo as características físicas

Vou começar da forma que eu gosto: com as características físicas. Particularmente, gosto de imaginar o exterior do personagem antes de me aprofundar em suas características psicológicas.

Então, o que você pode fazer também é isso: detalhar tudo sobre a aparência da sua personagem. Pense na:

  • Altura
  • Cor da pele
  • Cor dos cabelos
  • Se possui alguma deficiência
  • Cor dos olhos
  • Marcas de nascença ou tatuagens
  • Tipo físico

E quais outros detalhes você gostaria de colocar na sua história.

2 – Determine a personalidade

Chegou a hora de escolher a personalidade do seu personagem. Opte por focar em detalhes que podem ser mostrados durante a trama, como:

  • Se o personagem fala alto ou não
  • Qual sua mania
  • Como saber quando está mentindo
  • Se é teimoso ou não

Entre qualquer outro traço de personalidade que seja marcante para o seu personagem. Lembre-se: quanto mais específico esses detalhes forem, mais complexo seu personagem será.

No entanto, nem sempre é necessário ir tão a fundo com os personagens secundários. Mas, se você quiser destacá-los na trama, pode colocar alguns dos seus traços característicos que valem ser notados na história.

3 – Conte sua história

Obviamente você está contando uma história quando escreve um livro ou um conto. A dica aqui é um pouco mais complexa, na verdade.

Quando digo “conte sua história”, quero dizer para você dar um passado interessante ao seu personagem. Ele tem algum trauma? Aconteceu algo marcante em sua vida? Qual sua memória mais antiga?

Essa é a sua possibilidade de contar como seu personagem se tornou quem ele é. Incluir esses pequenos pontos durante a trama deixa seu personagem mais interessante.

4 – Lhe dê uma rede social

Não, não quero dizer que sua personagem precise de um Instagram. Mas quero que você estabeleça os contatos do seu personagem. Por isso, você pode pensar:

  • Quem são seus pais
  • Se ele tem irmãos
  • Se ele tem amigos
  • Quem é o seu melhor amigo
  • Ou até mesmo quem são os seus vizinhos

Ou seja, é para você desenvolver uma rede social que esteja presente na vida do seu personagem. Afinal, ninguém é 100% sozinho.

Anotar quem são os demais personagens que aparecem na história e são importantes para o protagonista pode te ajudar a não se perder na hora de escrever, além de mostrar para os leitores como o personagem se relaciona com os demais.

5 – Preveja seu futuro

A parte boa de ser escritor é que você pode decidir o que vai acontecer, tanto na trama quanto com os personagens. Por isso, dê uma de vidente e realmente preveja o futuro do protagonista – e de personagens secundários importantes, se for o caso.

Quando você sabe o que vai acontecer com o seu personagem não só ao longo da história, mas também após a história, vai ver que a escrita se torna mais fácil. É muito comum a gente se perder durante as histórias por não sabermos onde chegar. Por isso, tire um tempinho para planejar o futuro do personagem.

Talvez você não siga tudo à risca na hora de colocar as informações no papel, mas pelo menos tem uma ideia e não vai ficar estagnado.


Espero que tenha gostado das dicas de hoje. Se quiser se aprofundar mais na criação de personagens memoráveis, sugiro dar uma olhada no curso Criação de Personagens de Ficção. Inscrevendo-se no curso pelo link, você não paga nada a mais e ainda me ajuda a ganhar uma pequena comissão.

Um grande abraço,
Julia

Beatriz tem que morrer

Se você gosta de ler conto gratuito para aprimorar sua experiência literária, chegou no site certo.

Meu nome é Julia e eu sou escritora. Aqui, além de conteúdo literário e dicas para escritores, você também encontra algumas obras gratuitas.

Geralmente, são contos ou histórias que eu também publico gratuitamente no Wattpad. Então, se preferir, pode ler por lá.

Mas atenção: esse conto possui conteúdo sensível relacionado a depressão.

Boa leitura!

Conto gratuito: Beatriz tem que morrer

Beatriz tem que morrer.

Era um pensamento constante, que aparecia sem ser convidado. Eu podia estar lavando louça, fazendo o dever de casa ou assistindo televisão. De repente, ele invadia minha cabeça e tudo que eu podia era pensar: Beatriz tem que morrer.

Quase como uma ordem, algo que devesse ser cumprido para não haver consequências desastrosas. Beatriz não era uma pessoa muito boa. Ela não se importava em ver os colegas de sala sendo bullynados, não mexia um dedo para ajudar. Ela roubava dinheiro da carteira da mãe para comprar cigarros, apesar de ser proibido fumar. Ela batia no irmão mas novo por puro prazer, sem ligar se ele começava a chorar. Beatriz tem que morrer.

Eu caminho pelas ruas, sozinha, mas o pensamento não me deixa. Só consigo ver isso como solução. Talvez eu sinta culpa depois, mas estou decidida. Vai ser hoje, não tenho dúvidas. Ainda não sei como vou fazer, mas Beatriz tem que morrer.

Chego no prédio mais alto da cidade. Não deixei bilhetes. Os pais talvez me agradeçam, pois quem quer ter uma desgraça de filha? Uma que não consegue manter uma conversa, que está sempre quieta, que transforma tudo em drama. Que não sabe lidar com os sentimentos conflitantes, que carrega o mundo dentro de si e nunca, nunca fala nada sobre ela mesma e sobre as coisas que a magoam. É por isso que Beatriz tem que morrer.

Algo inquieto surge em meu peito enquanto subo as escadas. Não sei porque estou indo ao último andar de escada se tem um elevador que funciona perfeitamente neste prédio. Mas continuo pisando nos degraus, tentando entender o que se agita dentro de mim. O que acontece quando eu chegar lá? Haverá resistência? Medo? Ou será rápido e indolor? Talvez seja um grande nada. De qualquer forma, é a única forma de calar a voz que me faz acreditar que Beatriz tem que morrer.

Ali estou, no telhado, onde Beatriz irá morrer.

Digo ali pois parece que saí do meu corpo e sou uma mera espectadora. É como se eu flutuasse em volta de mim mesma e me visse caminhando até a beirada. É como se outra pessoa estivesse matando Beatriz.

Então eu me vejo parando, indecisa. O que estou fazendo?, penso. Beatriz tem que morrer!

Só que… Meus pés estão na beirada e o vento bate forte, fazendo meus cabelo flutuarem. Vejo os carros passando lá embaixo e as pessoas, tão pequenas, seguindo com suas vidas. Só que eu não sei se quero que Beatriz morra, é isso que quis dizer. Eu não quero que Beatriz morra.

Desço da beirada. Há outra chance para mim, para ela. Posso ser forte, posso melhorar. Pois se tenho certeza de uma coisa…

É que Beatriz tem que viver.


Espero que tenha gostado do conto. Se quiser ficar por dentro de mais obras gratuitas, assine a newsletter e receba tudo em seu e-mail.

Um grande abraço,
Julia

3 dicas para deixar a publicação de livro nos eixos

Quando começamos a nos profissionalizar no mundo editorial, percebemos que há muito mais do que simplesmente escrever um livro para vender um livro. É necessário traçar objetivos, montar estratégias e fazer um planejamento incrível para que a publicação de livro saia nos eixos.

E isso vale tanto para livros físicos quanto para e-books.

Especialmente quando se é um autor independente, precisamos estar por dentro de todas as fases de produção de um livro, inclusive a publicação. Por isso, desenvolvi 3 dicas para deixar a publicação de livro nos eixos. Me baseei em minhas próprias experiências e em anos de estudo, portanto acredito que poderá te ajudar.

Se quiser saber tudo sobre publicar um livro, continue lendo este post.

1 – Defina objetivos

Antes de mais nada, você pode definir objetivos de curto, médio e longo prazo. Isso vai te ajudar a organizar a sua escrita e outras metas de vendas. Por exemplo:

  • Objetivo de curto prazo: escrever 15 minutos por dia.
  • Objetivo de médio prazo: publicar um livro no dia 7 de setembro.
  • Objetivo de longo prazo: ganhar mais de R$ 500 com a venda do meu livro em até um ano após a publicação.

Dividir os objetivos em curto, médio e longo vai te ajudar a ter foco de terminar sua história, publicar o livro e não desistir no meio do caminho.

Além disso, você pode organizar sua vida para caber nos objetivos. Se o seu objetivo é escrever 15 minutos por dia, então pode começar a separar esse tempo todas as manhãs. Ao escrever todos os dias, você sabe que vai conseguir terminar de escrever até setembro. E, por isso, já pode ir trabalhando na divulgação que vai te garantir os R$ 500 reais após um ano de lançamento.

Se você ainda não sabe como começar a escrever um livro, conheça o Como Escrever um Livro: O Guia Completo, escrito pelo Nano Fregonese.

2 – Crie um plano de ação

Depois de definir os objetivos, você precisa criar um plano de ação. Ou seja, determinar os passos do que você precisa fazer para atingir as metas que você escolheu.

Pode ser no papel, na agenda ou aplicativos tipo o Notion. O importante é detalhar e dividir bem as suas tarefas. Existem várias formas de organização, basta escolher a que mais te agrada.

Eu dividido mais ou menos assim:

  • Tarefas gerais, como finalizar planejamento da história, escrever o livro e publicar o livro. Sempre coloco uma data limite para terminar essa tarefa.
  • Tarefas específicas, como planejar personagens, pesquisar sobre lugar X, contratar revisão do livro, montar estratégia de marketing, entre outras. Também tenho datas limites para essas, que ficam dentro da data final da tarefa geral.

Se quiser saber mais sobre todas as etapas de escrita e publicação de livro, sugiro dar uma olhada no Quer Publicar Um Livro? Descubra como! – Autopublicação, divulgação e comercialização.

3 – Montar estratégia de marketing

Esteja você publicando por uma editora ou seguindo o caminho da autopublicação, precisa entender que montar uma estratégia de marketing inteligente vai te ajudar a vender seu livro.

Geralmente, livros físicos exigem uma estratégia diferente de e-books. Além disso, você precisa pensar em muitas coisas na hora de divulgar seu livro, como:

  • Quem é o público da sua história;
  • Quais redes sociais eles usam;
  • Pensar em parcerias com blogs, YouTubers e Instagrams literários;
  • Qual tipo de conteúdo você vai produzir para chamar atenção dos leitores;
  • Se você vai fazer algum tipo de promoção ao longo do ano.

E muitas outras coisas.

Se você tem dúvida de qual conteúdo criar para divulgar suas obras, conheça o meu livro 244 ideias de conteúdo para divulgar suas obras.

Tenha em mente uma coisa: uma boa estratégia de marketing pode te ajudar a alcançar o topo de vendas de livros.

Obras que vão te ajudar na publicação de livro

Para aprimorar seus conhecimentos em publicação de livro, separei uma lista com diversas obras que prometem de ajudar a produzir e publicar de forma independente.

Todas estão na Amazon e a maioria está presente no Kindle Unlimited, o que significa que você pode adquirir esse conhecimento de graça.

Lembrando que ao comprar pelos links acima você não paga nada a mais e ainda ajuda uma escritora independente a ganhar uma pequena comissão.


Espero que essas dicas de publicação de livro tenha te ajudado a tirar aquela ideia da gaveta e colocá-la no mundo.

Um grande abraço,
Julia

Tudo o que você precisa saber sobre escrever comédia

Já ouviu falar que pra quebrar o gelo em qualquer conversa o ideal é fazer a outra pessoa rir?  Com livros acontece a mesma coisa. Você pode escrever comédia para fazer os leitores se aproximarem dos seus personagens, por exemplo.

Rir nos conecta com pessoas, enredos e histórias. No entanto, isso não quer dizer que você precise escrever um livro inteiro de comédia. As dicas que eu vou dar nesse post servem para completar um personagem engraçado ou criar cenas específicas de humor.

Mas, antes de começarmos, queria dizer que, de maneira geral, nos encantamos por 3 tipos de comédia:

  • A Ironia
  • O Absurdo
  • O Inesperado

Os nomes já são bem autoexplicativos. Porém, vou explicar um pouco sobre todos. Continue lendo para saber mais!

A Ironia

Tenho certeza que você já se deparou com ironias da vida. Geralmente, esse tipo de comédia pode ser mais mórbido, de um jeito que te faça rir por dó, por exemplo.

É tipo quando a gente resolve sair mais cedo de casa, mas mesmo assim perde um ônibus. Ou quando alguém morre fazendo o que ama. Ou até mesmo se apaixonar pelo seu completo oposto.

Não é fácil escrever comédia irônica, porque geralmente a ironia está subentendida. E você deve escrevê-la de um jeito que o seu leitor a entenda de primeira para arrancar boas risadas. Na verdade, na maior parte do tempo a ironia fará o seu leitor abrir meros sorrisos, porque se identifica com as situações comicamente irônicas que você incluiu em seu enredo.

O Absurdo

Quem nunca viu um vídeo de um bichinho dançando ou fazendo coisas que supomos ser humanas? Como reclamar ou mostrar a “cara de culpado” quando é pego fazendo algo que não pode? Nós achamos essas cenas extremamente fofas e até mesmo engraçadas, pois, em nossa cabeça, são absurdas.

Há absurdos mais exagerados, como extraterrestres com prisão de ventre que estão buscando um banheiro na Terra ou coelhos falantes. Outros são mais leves, como um cachorro que sabe levar cerveja para o dono. O importante é encontrar o absurdo cômico que irá se encaixar na sua história.

O Inesperado

Este é o elemento surpresa que vai bem em qualquer tipo de comédia. É quando um personagem diz algo totalmente contrário do que se espera que ele diga. Ou mesmo quando sua próxima ação é uma coisa que o leitor nunca iria imaginar. Não precisa necessariamente ser algo absurdo, basta apenas surpreender.

As famosas séries sitcoms são ótimos exemplos de humor inesperado. Quer um jeito mais divertido de estudar como escrever comédia do que fazer uma maratona das suas séries preferidas?

Se você optar por uma comédia inesperada, pode usar de jogos de palavras e sacadas inteligentes para construir o humor. Investir em frases de memes também é uma boa. Por exemplo, veja esse diálogo:

— Você já pegou o papel?

— O único papel que eu peguei é o de trouxa.

Qual o personagem 01 pergunta qual papel o personagem 02 pegou, você tem a impressão de que está se referindo a um papel físico, tipo um documento ou uma folha de sulfite. No entanto, quando o personagem 02 faz uma conexão com o papel de trouxa, é inevitável abrir um sorrisinho, porque ninguém espera por essa resposta.

O jogo da comédia inesperada por ser bem sutil, mas muito útil quando trabalhada.


Antes de finalizar o texto, quero deixar claro que comédia é algo subjetivo. O que é engraçado para mim, pode não ser para você ou para os meus leitores. Por isso, é importante testar suas piadas e o estilo de escrita, ver o que mais se encaixa com a sua personalidade e o seu público.

Também deixo o convite para você conhecer mais posts que vão te ajudar a escrever e publicar o seu livro.

Um grande abraço,
Julia.

5 livros com romance sáfico para mulheres emocionadas

Se você é uma mulher emocionada como eu, provavelmente vive procurando livros com romance sáfico.

Eu sempre estou buscando obras apaixonantes que me fazem chorar e torcer pelo casal de garotas ficarem juntas. E, apesar de a quantidade de livros com personagens sáficas estar crescendo, ainda acho um pouco difícil encontrar tais obras.

É por isso que eu separei uma lista com 5 livros com romance sáfico para mulheres emocionadas. Se você quer se apaixonar, rir ou chorar, precisa conferir este post. Basta continuar lendo.

5 livros com romance sáfico para mulheres emocionadas
5 livros com romance sáfico para mulheres emocionadas

1. Pedra preciosa

O título desse livro já revela que a história será uma preciosidade, se permite fazer uma piadinha.

Nessa obra, conhecemos Luara, uma garota cuja vida se baseia em procurar criaturas sobrenaturais para que possam ser treinadas por profissionais. E é assim, durante seu trabalho, que ela conhece uma garota peculiar: ela é outra Detectora como Luara.

Enquanto ajuda a menina a se encontrar no meio desse mundo mágico, Luara percebe que nutre sentimentos mais fortes do que uma simples amizade por ela.

Não bastasse o elemento fantástico, uma protagonista divertida e um romance envolvente, o livro também é ambientando em época de Natal. E, como é minha época do ano preferida, essa indicação não podia ficar de fora.

Se você se interessou pela história, clique aqui para ler o e-book na Amazon.

2. No olhar do invisível

Se você está procurando representatividade, esse é o livro certo! Em No Olhar do Invisível, conhecemos Cecília e Dandara. Cecília é negra e tem um estilo “sapatão caminhoneira”, o que faz com que muita gente a julgue. Já Dandara é mais feminina e gorda, porém também é negra.

Neste livro, conhecemos todas as inseguranças das protagonistas. Somos levadas ao mais íntimo delas, entendemos os seus anseios, seus medos e como a sociedade julga mulheres fora do padrão. E, é claro, torcemos para elas ficarem juntas no final.

É muito emocionante e fofo, nem preciso dizer, né? Mas é um dos livros com romance sáfico que mais gostei.

Se você quiser ler, basta clicar aqui para comprar o e-book.

3. A oitava cor

E falando em romances fofos, se você gosta do clichê de amigas que se apaixonam, precisa conhecer A Oitava Cor.

Assim como No Olhar do Invisível, a protagonista se chama Cecília e ela vive encontrando arco-íris pela cidade. Quando descobre que a pessoa que pinta os desenhos pelas ruas é sua amiga, percebe que sempre sentiu mais do que amizade por ela.

Nesse livro, também vemos muitas das inseguranças das protagonistas, especialmente em relação às suas próprias sexualidades. Afinal, infelizmente nem todo mundo tem coragem de ser quem é por inúmeros motivos. A pressão da sociedade e da família pode contar muito na hora de se assumir ou não.

Acho que é por isso que amei tanto esse livro: ele é real. O fim é real, os anseios das personagens são reais. Então, se você gosta de obras assim, precisa muito ler este livro. Clique aqui para comprar o e-book na Amazon.

4. Ainda bem que encontrei você

Personagens inteligentes e politizadas é o que você encontra em Ainda Bem que Encontrei Você. Nessa obra, Kariya vai à estreia de um documentário e encontra sua paixão platônica, Lana.

Em uma escrita super sensível e recheada de momentos fofos, vamos descobrindo mais sobre Kariya, Lana e a mulher que protagonista o documentário que foram assistir. Todas estão entrelaçadas de maneiras diferentes e esse mistério de como se conectam é bem divertido de ser descoberto.

Quem ama livros com romance sáfico precisa conhecer Ainda Bem que Encontrei Você. Então clica aqui para comprar o e-book na Amazon.

5. Se eu fosse um clichê

É claro que eu não podia deixar de fora dessa lista meu próprio livro, Se Eu Fosse Um Clichê. Nessa obra, conto a história de Lena, uma garota nerd que é secretamente apaixonada pela menina mais popular do colégio, Alicia.

Um dia elas se encontram no banheiro. Alicia está chorando e com marcas roxas no pescoço. Lena fica genuinamente preocupada com a menina e é assim, com uma interação um tanto estranha, que elas se aproximam.

O livro não é recomendado para pessoas menores de 16 anos, pois aborda assuntos pesados como violência doméstica e homofobia. Mas ainda assim te garanto que é um romance super fofo, que vai te deixar torcendo pelas protagonistas.

Se você quiser, pode ler o livro em e-book ou comprar a versão física na Amazon.


Espero que tenha gostado dessas indicações. Lembre-se que se você comprar os livros pelos links acima, não paga nada a mais e ainda ajuda uma escritor independente.

Um grande abraço,
Julia.